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Cotidiano

Coordenador do Gaeco nega vazamento e diz que advogado tornou público processo sigiloso

O coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Leonir Batisti, contestou as informações do advogado Marcio Bertti, que disse ter se sentido violado ao ver expostos diálogos, que teve com um de seus clientes, pelo órgão vinculado ao Ministério Público.

Bertti é advogado de defesa do vereador Nilson Hachmann, denunciado pelo Ministério Público (MP) supostamente por ser líder de uma organização criminosa que fraudava licitações públicas para favorecer empresas que seriam dele em Marechal Cândido Rondon.

Segundo Batisti, ninguém do Gaeco estava seguindo o advogado e que, durante diligências, é um procedimento normal fotografar o investigado, independente de quem esteja com ele. Foi o que aconteceu em um estabelecimento que seria do vereador. O advogado chegou na sequência e sua imagem foi captada pelos policiais do Gaeco.

O telefone do vereador, que estava grampeado por ordem judicial foi apreendido e nele o Gaeco encontrou diálogos entre o advogado e o cliente. O foco da investigação era buscar provas de que o estabelecimento comercial pertencia a Hachmann.

“Na apreensão do celular houve mensagens deste vereador com o advogado e foram consideradas importantes, porque reforçaram a ideia de que as empresas são do vereador. Estávamos fazendo provas com autorização judicial e que reforçaram apenas isso”, afirma Batisti. As conversas foram anexadas ao processo.

Batisti afirmou que nem o Gaeco, nem o Ministério Público ou qualquer promotor de Justiça têm interesse em criar obstáculos para o exercício da advocacia.

Sobre os diálogos terem sido vazados, ele afirma que o processo estava em sigilo. “Quem se deu ao trabalho de revelar foi o próprio advogado”, declarou.

Com informação da CGN

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