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Policial

Ao condenar homem, juíza cita a raça do acusado como justificativa

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça”

Uma ação condenatória está repercutindo na internet, após a juíza usar da raça do acusado como justificativa na condenação. No documento, a juíza de Direito Inês Marchalek Zarpelon, da 1ᵃ vara Criminal de Curitiba, afirma que:

“Sobre sua conduta social nada se sabe. Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça, agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente.”

O documento com 126 páginas, condenou o homem de 42 anos a 14 anos e 2 meses de prisão, por organização criminosa e prática de furtos.

Além do rapaz, outras seis pessoas foram condenadas por crimes ocorridos entre janeiro de 2016 e julho de 2018, nas Praças Carlos Gomes, Rui Barbosa e Tiradentes, no Centro de Curitiba.

Em nota, o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) informou que a Corregedoria Geral da Justiça instaurou inquérito administrativo para apurar o caso.

SOBRE OS CRIMES
Ao longo das 126 páginas, toda a ação do grupo é detalhada e narrada por testemunhas e também pelos próprios acusados. De acordo com a sentença, ele era responsável por dar cobertura ao grupo, durante os delitos. Os criminosos são apontados como especialistas em roubos de celulares e bolsas de idosas.

Na justificativa, a magistrada pontuou que o acusado é “réu primário” e que sobre sua “conduta social nada se sabe”, mas que integra o grupo criminoso devido à raça. E, quanto a motivação para a realização dos crimes, a juíza afirmou que “seguramente está a obtenção fácil de dinheiro, o que é comum nesta espécie de crime”.

Com informação da Catve

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