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Documentos apreendidos na casa de assessores são levados à Delegacia

Documentos apreendidos na casa de ex-assessores e assessores de vereadores foram apreendidos e encaminhados, na manhã desta quarta-feira (2) à Deccor (Divisão Estadual de Combate à Corrupção) de Cascavel.

Desde as primeiras horas do dia as equipes estão nas ruas para cumprir dois mandados de busca e apreensão de investigados de participar de fraudes na área da saúde, na realização de cobrança indevida para procedimentos cirúrgicos que são 100% custeados pelos SUS (Sistema Único de Saúde).

A Polícia Civil iniciou as diligências no mês de agosto, quando um assessor de vereador foi preso em flagrante, por policiais do Gaeco (Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado) e autuado pela Polícia Civil por concussão. O homem teria exigido R$ 2 mil para agilizar uma cirurgia eletiva que a vítima de 70 anos estava aguardando há pelo menos quatro anos na fila de de espera. Ele foi flagrado recebendo R$1 mil na casa do paciente.

Preso, o homem precisou pagar R$20 mil de fiança, estipulada pela Justiça. Ele tentou reduzir o valor alegando que era o responsável pelas finanças da casa e que não tinha condições de pagar o valor fixado. A Justiça pontuou que os documentos apresentados não eram suficientes para confirmar a renda do acusado e manteve o preço. Documento pago horas depois, o ex-assessor foi solto e segue em liberdade.

Até o dia 28 de julho, o homem preso era nomeado no gabinete do vereador Roberto Parra. O vereador Roberto Parra, para quem o homem preso prestava assessoria, diz desconhecer o envolvimento do ex-assessor no esquema de concussão.

Com informação e foto: Catve

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