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Política

Com ou sem patrimônio político, candidatos buscam a cadeira de prefeito

Continuando nossas análises sobre o Patrimônio Político de cada candidato a prefeito de Cascavel, o Blog encerra hoje o terceiro capítulo desta novela, sem um final programado e certeiro.

PATRIMÔNIO POLÍTICO

CAPÍTULO III

JUAREZ BERTÉ
O ex Pré-candidato a prefeito do DEM, e, agora homologado candidato nas convenções, Juarez Berté, possui um patrimônio Político adquirido aos longos de 20 anos, quando iniciou na política partidária.

INÍCIO
Berté concorreu em 2000 a vereador do Município, se elegeu com a terceira maior votação naquele pleito. Em 2001, assumiu a presidência da Cohavel por 2 anos, após assumiu a cadeira de vereador e se tornou presidente do Legislativo. Iniciando assim uma trajetória na Política partidária. Em 2004, se reelegeu vereador, sendo o mais votado no pleito daquele ano. Virou presidente da Câmara novamente por mais um biênio.

DEPUTADO
Em 2006, Berté se candidatou a deputado Estadual, não obtendo êxito. Ao término do mandato de vereador, assumiu a secretária de Esportes de Cascavel por 4 anos na gestão Edgar Bueno, 2009 a 2012. Em 2018, foi nomeado Coordenador Regional do Oeste no governo Cida Borghette. Neste ano, foi homologado candidato a prefeito de Cascavel pelo DEM.

CADE O PATRIMÔNIO POLÍTICO?
Mais um ex Pré-candidato a prefeito de Cascavel que construiu um patrimônio Político e não conseguiu aglutinar partidos para sua coligação, visando as eleições municipais. Cade este tal de patrimônio político? Bem, parece que não existe fórmula de formar grupos somente com este título, quando está fora do PODER.

TENTATIVAS
O agora homologado em convenção, o candidato a prefeito Juarez Berté, acabou sozinho para a disputa. Vai de Chapa Pura. Pulou de cá pra lá, tentou ser vice de Paranhos, fez acordo e depois pulou fora com o PDT de Pacheco, conversou com Inês de Paula candidata do Progressistas, mesmo assim, não convenceu com o seu Patrimônio Político que seria o candidato perfeito para o posto, seja para prefeito ou vice. Acabou tendo de caminhar sozinho na disputa da prefeitura. Então questionamos: Estes candidatos não conseguem de fato um patrimônio político verdadeiro? Ou quando está fora do PODER, perde a nomenclatura de ter este Patrimônio? O que falta para estes políticos serem destaques na busca de formar grupos?

DEMAIS CANDIDATOS
Cascavel teve homologados OITO dos cerca de 10 pré-candidatos que vinha sendo divulgados antes das convenções. Desses, alguns principiantes e iniciando trajetória na questão de adquirir um patrimônio político. Outros já com poder de articulação na composição de formar grupos. Seja por estar no PODER, ou utilizando o Patrimônio Político adquirido até então. O que não aconteceu com outros que demonstramos aqui no Blog.

MAJOR ARSÊNIO
Policial Militar aposentando, buscou no PRTB um lugar para disputar a prefeitura de Cascavel. Sem carreira política partidária. No seu currículo consta os vários anos que esteve vinculado a segurança pública do Estado. Um principiante na política, sem patrimônio Político. Vai de chapa pura.

CARLOS MORAES
Jornalista de profissão, filiado ao AVANTE, possui em seu currículo, duas candidaturas a deputado. A primeira em 2002 quando disputou a eleição para deputado estadual. Ficando como suplente naquele pleito. Em 2018, voltou a disputar a eleição, desta vez para deputado federal. Neste ano, firmou o pé no Avante, conseguiu homologar candidatura a prefeito, vai de chapa pura para a disputa.

INÊS DE PAULA
A única mulher a disputar a eleição para prefeita em Cascavel neste ano. Inês de Paula do PROGRESSISTAS, já disputou duas vezes candidaturas a deputada. Uma estadual e uma federal. Foi secretária de Ação Social de Cascavel, hoje denominada Secretaria de Assistência Social. O partido, sem muito alarde, conseguiu através de Inês, coligação com o SOLIDARIEDADE, mérito de quem não possui um patrimônio político como outros que diziam possuir.

PARANHOS
Em 1992 disputou sua primeira eleição de vereador, não obtendo êxito. Em 1996 foi eleito vereador. Em 2000, eleito vice-prefeito de Edgar Bueno. Em 2002, foi candidato a deputado estadual, não se elegendo. Presidiu o IPEM no governo Requião após a eleição 2002. Em 2004, disputou a prefeitura de Cascavel, ficando em último lugar no pleito. Voltou a disputar em 2006 a cadeira de deputado estadual, não se elegendo. Em 2010, se elegeu deputado estadual, se reelegendo para o mesmo cargo em 2014. Em 2016, se elegeu prefeito de Cascavel. Neste ano de 2020, busca a reeleição. Conseguiu usar o PODER e o Patrimônio político adquirido ao longo da trajetória, para aglutinar com o PSC, mais nove partidos.

PAULO PORTO
Foi diretor da extinta secretária de Segurança de Cascavel, implantada em 2005 no governo Lísias Tomé. Professor de profissão, duas vezes vereador em Cascavel. Paulo Porto disputa estas eleições pelo PT. Portador de um discurso de esquerda, busca nesta eleição consolidar sua trajetória política partidária. Sem um currículo de patrimônio Político, encara a disputa eleitoral deste ano, como uma vitória a democracia de Cascavel.

EVANDRO ROMAN
Iniciou sua trajetória na política como secretário de Esportes do Estado do Paraná de 2011 a 2014. Ano em que disputou a eleição de deputado federal, sendo eleito para representar o Estado e a região Oeste. Voltou a disputar a eleição de deputado federal em 2018, ficando como primeiro suplente. Porém, esta como deputado desde o início desta Legislatura na Câmara Federal. Sem um patrimônio Político em seu currículo ainda, busca nas eleições municipais deste ano, a cadeira de prefeito, conseguiu aglutinar mais QUATRO partidos junto ao Patriota.

OITO CANDIDATOS
O blog trouxe a história durante a semana sobre a questão de ter e não ter PATRIMÔNIO POLÍTICO. Foi divulgado a trajetória política de Márcio Pacheco (PDT), Juarez Berté (DEM) e agora uma síntese dos demais. Major Arsênio (PRTB), Carlos Moraes (AVANTE) , Inês de Paula (PROGRESSISTAS), Paranhos (PSC), Paulo Porto (PT), Evandro Roman (PATRIOTA)

FUI !!!
“É necessário que façamos uma pausa, um retiro, pra refazermos nossas trajetórias”, Nilton Mendonça.

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