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Cotidiano

Idosos são foco de campanha a favor da vacinação

No primeiro mês, as instituições intensificaram as ações de combate às fake news relacionadas ao assunto.

Nesta segunda fase da campanha de conscientização e mobilização para a vacinação contra a Covid-19 na região Sul do País, o público chamado, de acordo com o cronograma estabelecido pelos órgãos de saúde, receberá orientações sobre a importância da imunização.
No primeiro mês, as instituições participantes intensificaram as ações de combate às fake news relacionadas ao assunto.

A iniciativa é da Fundação Araucária, que mobilizou 15 instituições ligadas à ciência no Paraná, além da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), que aderiram à campanha.

“Embora haja uma grande expectativa da maioria da população pela vacinação, a disseminação de fake news causou certa insegurança em algumas pessoas.

Por isso, além de continuar combatendo a desinformação, a campanha também busca orientar quem está sendo convocado pelas secretarias da saúde sobre a importância da vacina.
Neste momento voltamos as ações para os idosos”, explicou o presidente da Fundação Araucária Ramiro Wahrhaftig.

O alerta das autoridades de saúde é para que a população respeite o cronograma de vacinação de cada município para evitar aglomerações e filas desnecessárias. Além de não deixar de se imunizar.

NOTÍCIAS FALSAS – Fazem parte da lista de fake news relacionadas à vacina contra o novo coronavírus: vacina contra a Covid pode causa câncer e HIV; pode infectar com o coronavírus; voluntários dos testes já morreram por terem se submetido ao uso das vacinas; vacinas são derivadas de células de fetos abortados, entre outras.

“A vacina não tem o potencial de causar mutações no nosso DNA, que seria algo extremamente necessário para um processo de desenvolvimento do câncer que é uma doença multifatorial’, explicou a professora de Imunologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL) Karen Brajão de Oliveira.

Ela ressaltou ainda que a vacina é produzida a partir de micro-organismos inativados, como as vacinas de poliomielite, hepatite A e da gripe.

“As vacinas passam por um rigoroso controle de qualidade durante a sua produção e o vírus que está ali dentro, o novo coronavírus, está morto, inativado.
Não há outros micro-organismos ali presentes.
Então, não há nenhuma possibilidade de transmissão de HIV, por exemplo. Esta notícia é totalmente falsa”, esclareceu.

Com informação e foto da AEN -Paraná

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