1º de junho de 2021 Vacinação com medidas de prevenção e controle são necessárias para barrar os impactos da Covid-19 e dengue

Desde 2020, o município Pato Bragado tem vivido situações de extrema preocupação em relação a Covid-19.

 

 

No mesmo ano em que pandemia causada pelo novo coronavírus assolava o mundo, Pato Bragado também passava a viver dias negros, de famílias se dividindo entre o medo e a esperança diante de um vírus que ninguém conhecia, que deixou todos completamente indefesos e que ao que tudo indica, vem se tornando cada dia mais perigoso, provocando mais e mais mortes.

 

 

Enquanto se espera a vacina, hospitais continuam superlotados e a única esperança de voltar à vida normal, que seria a vacinação já não é mais tão segura, diante das novas variantes anunciadas.

 

 

Ao mesmo tempo a epidemia de dengue não dá trégua.

 

 

 

Ações dos Agentes de Combate às Endemias se tornaram insuficientes diante do Aedes aegypti, um pequeno inimigo, mas com consequências desastrosas no organismo.

 

 

 

 

Nesse ano, além do arrastão coletivo, o fumacê foi acionado pela Secretaria de Saúde e a esperança é de que os casos diminuam. 

 

 

 

RESPEITO ÀS MEDIDAS SANITÁRIAS

 

 

O Conselho Municipal de Saúde tem participação ativa nas decisões da Secretaria de Saúde em relação às medidas tomadas para diminuir os impactos da Covid-19 e dengue no município.

 

 

 

A presidente Rosemeri Terezinha Gauer conta que se não forem seguidas as medidas de precaução, preconizadas em relação ao novo coronavírus, as pessoas não poderão esperar por dias melhores e muitos serão vencidos pelas faltas de leitos.

 

 

 

“E isso serve tanto para os imunizados, como os que ainda não receberam a primeira dose”, adverte. 

 

 

Segundo ela, o uso de máscara é obrigatório por legislação, cabendo a cada bragadense ser o fiscal, indiferentemente do local estabelecido.

 

 

 

Além disso, ela aponta que ao sentir qualquer sintoma relacionado às duas doenças, a pessoa não deve esperar por outras complicações, mas procurar ajuda médica o mais rápido possível, diminuindo, assim, os riscos com internamentos. 

 

 

 

Quanto às aglomerações, ela cita que sejam evitadas, como um ato de amor próprio e à família e amigos.

 

 

 

 

“Esse período de distanciamento e mesmo no caso de isolamento pode ser aproveitado para verificar possíveis focos de dengue, nos quintais e calhas”, finaliza. 

 

 

 

 

Foto Rosemeri Gauer (Marili Koehler) – Rosemeri Gauer: “Esse período de distanciamento e mesmo no caso de isolamento pode ser aproveitado para verificar possíveis focos de dengue”

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