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Mortalidade materna atinge 1800 mulheres antes, durante ou depois do parto

No ano de 2020, cerca de 1800 mulheres morreram antes, durante ou depois do parto. Esta sexta-feira (28) marca o Dia Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e levanta debates para a redução dos números.

Rossana Francisco, presidente da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), destaca que o Brasil tem uma história de elevação nos números de mortalidade materna.

"Em 2019, antes da pandemia, já tinham uma razão de mortes maternas de 55 para cada 100 mil nascidos vivos. Estamos muito além da meta da OMS de 20 mortes para 100 mil", disse. Essa razão aumentou no ano de 2020, registrando 67 a cada 100 mil nascidos vivos.

Para ela, a solução está na melhora da estrutura hospitalar. Rossana reconheceu o avanço na assistência pré-natal, mas aponta para a falta de cuidado com o pós. ?Ficou muito claro, com a Covid-19, que hoje precisamos investir no tratamento da gestação de alto risco. Se uma gestante fica doente e precisa de uma estrutura hospitalar melhor, isso não existe no Brasil?, comentou.

Segundo ela, atualmente as gestantes vivem entre a alegria da gestação e o medo de contrair Covid-19. O Brasil já registrou 751 mortes maternas pela doença em 2021.
 
 

Com informações da TV Cultura e Catve

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