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Ao todo, 50 pessoas devem ser interrogadas sobre grave acidente na BR 277

No terceiro dia após o acidente que matou oito pessoas na BR-277, em São José dos Pinhais, o trânsito amanheceu interditado nesta terça-feira (05).

Havia com forte neblina na madrugada e no início da manhã e um grande congestionamento se formou no local.

E a tragédia que, além das mortes, deixou mais de 20 feridos e envolveu 16 carros, seis motos e um caminhão, começa a ser investigada pela polícia civil pela Agepar (Agência Reguladora do Paraná), que fiscaliza o contrato com a concessionaria Ecovia Caminhos do Mar, responsável pela administração da pista.

A causa já é certa, a falta de visibilidade devido a neblina e a fumaça gerada pelo incêndio de vegetação.

Agora, o que Polícia Civil e a agência reguladora querem descobrir é se houve negligencia da concessionária ao não bloquear o trecho ou se a falha foi dos motoristas.

Agepar solicitou imagens das câmeras de segurança que registram o fluxo de veículos para apurar o contexto exato do momento em que houve o engavetamento.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagem) e Polícia Rodoviária Federal também vão repassar informações.

Já a polícia civil instaurou um inquérito sobre o acidente. Além da perícia, haverá um interrogatório com os 22 sobreviventes e demais envolvidos indiretamente, como os socorristas. Ao todo, 50 pessoas devem ser interrogadas.

O motorista do caminhão, Cláudio Alexandre Seroisk, já prestou depoimento. Um áudio mostra o desespero dele logo após acidente.

A concessionária Ecovia se pronunciou lamentando as mortes e se solidarizando com as demais vítimas e seus familiares.

A empresa diz que no momento em que identificou a de fumaça, uma viatura começou imediatamente a sinalizar sobre a necessidade de redução de velocidade e que um segundo veículo foi enviado para sinalizar a pista no sentido contrário.

No entanto, quando essa sinalização começou, houve o primeiro acidente, que era de pequena proporção, mas que gerou o engavetamento e depois, o atropelamento do caminhão.

Ainda segundo a Ecovia, mais de 20 profissionais estiveram no local prestando apoio e sinalizando o tráfego.

Com informação da Catve

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