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Policial

Idosa de 78 anos é alvo de golpe do falso sequestro no Bairro São Cristóvão

Uma moradora do Bairro São Cristóvão passou por momentos de tensão ao atender uma ligação na manhã de hoje. Do outro lado da linha, homens agressivos falaram que haviam sequestrado a filha dela e pediam dinheiro.

O golpe já é velho conhecido de muitos, mas o coração de mãe de D. Josefina acreditou ao ouvir o nome da filha Silvana e bandidos dizendo que a mulher estava em perigo.

Felizmente uma vizinha percebeu que havia algo de errado e foi até a casa, alertando se tratar de um golpe. Mesmo assim o nervosismo foi grande e vale a orientação de conversar sempre com os familiares, especialmente os mais idosos, sobre como os bandidos agem.

Ainda bastante nervosa, Josefina conversou por telefone com a CGN e comentou que o número que ligou para ela tinha DDD 11, indicando São Paulo. A primeira coisa que eles fizeram foi perguntar se a mulher estava sozinha.

“Eu falei que o barulho que eles ouviam era da reza que eu estava assistindo na TV. Eles mandaram eu desligar a TV e diziam a todo momento que iam matar ela, pedindo dinheiro. Eu dizia que não tinha dinheiro e ele diziam que ela ia morrer, mandavam degolar”.

Normalmente nestes casos os bandidos tentam descobrir quais são as posses da vítima para tentar pedir transferências ou créditos para telefone. Muitas vezes eles usam informações passadas pela própria vítima para chantageá-la, como nomes e locais, no momento do nervosismo a vítima acaba não percebendo que foi ela mesma quem passou os dados e passa a acreditar que os bandidos realmente estão com os entes queridos.

Vale lembrar que casos de sequestro em nossa região são extremamente raros. Normalmente o falso sequestro é cometido por presos de dentro de penitenciárias, que conseguem ser bem convincentes. Eles tentam proibir a vítima de fazer contato com qualquer pessoa que seja, para que ela não seja alertada sobre o golpe.

A polícia orienta a vítima a sempre tentar localizar o familiar que supostamente teria sido sequestrado e procurar ajuda com pessoas de confiança e com os próprios órgãos de segurança.

A família de Cascavel pretende registrar um Boletim de Ocorrência para que o caso seja apurado.

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