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Policial

PM acusado de atirar em rapaz deficiente de Lindoeste vai a Juri Popular

O juiz da 1ª Vara Criminal de Cascavel na quinta-feira (28) se pronunciou e mandou a Júri Popular o Policial Militar Antonio Henrique Martins dos Santos acusado de tentativa de homicídio qualificado contra um jovem rapaz deficiente mental e também acusação de fraude processual. O caso registrado em maio de 2018, na Linha Tangará, em Lindoeste.

Os outros dois policiais militares que também fazem parte da denúncia do GAECO (Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado) foram denunciados apenas por fraude processual e aceitaram a proposta de suspensão condicional do processo oferecido pelo Ministério Público para que não continuassem sendo processados. Isso possibilita a extinção da punibilidade e não gera antecedentes criminais..

O juiz entendeu que o “delito foi praticado com recurso que dificultou a defesa da vítima, a qual é portadora de deficiência mental e, supostamente desarmada, foi surpreendida pelos disparos efetuados pelo réu, que se valeu de sua condição de policial militar e do fato de saber manusear arma de fogo para praticar o ato.”

RELEMBRE O CASO

No dia 8 de maio de 2018, os três militares foram até a Linha Tangará, Zona Rural do Município de Lindoeste para checar a denúncia de crime de esbulho possessório – invasão de propriedade privada-, envolvendo cerca de dez pessoas, que o grupo estaria armado com duas armas longas e revólveres.

De acordo com o policial denunciado, a vítima não atendeu e reagiu a ordem de abordagem dos policiais.

A denúncia foi oferecida na época pela Promotora do Gaeco Juliana Stofela. Todo o processo conta com mais de 600 páginas com depoimentos, laudos do IML (Instituto Médico-Legal) e da Apae, conversas e provas.

O deficiente ficou internado e segundo a acusação ainda respondeu por posse de arma de fogo, que não pertencia a ele.

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